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28/02/2019 | Notícias
Mercedes-Benz renova linha de cabines de caminhões e amplia produção no ABC paulista

Custo de R$ 100 milhões na modernização da montagem é parte dos R$ 2,4 bi que devem ser investidos até 2022. Montadora começou ano com 400 novos funcionários na unidade.

A Mercedes-Benz apresentou nesta quinta-feira (28) a renovação da linha de produção de cabines de caminhões na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). A modernização vai permitir a montagem mais rápida e custou R$ 100 milhões, que são parte dos R$ 2,4 bilhões que devem ser investidos pela empresa no Brasil até 2022.

A marca líder em vendas de caminhões também confirmou que começou o ano com 400 novos funcionários na unidade, cujas contratações foram anunciadas ainda em 2018. Mas não divulgou de quanto será o aumento na produção.

A inauguração da nova linha de cabines acontece uma semana depois de a Ford anunciar o fechamento de sua fábrica também em São Bernardo, que marca a retirada da montadora do segmento de caminhões na América do Sul.

No evento, o presidente da Mercedes, o alemão Philipp Schiemer, disse à GloboNews que a economia do Brasil precisa crescer mais do que os 1% registrados em 2018 e que isso depende da aprovação de reformas.

"Hoje o crescimento está muito baixo, 1% ao ano é muito pouco", afirmou Schiemer. "O Brasil, para ter realmente mais investimentos, precisa crescer a 3%, 4%. Isso só será possível com a reforma da Previdência e outras reformas, como a tributária."

Além de São Bernardo, a Mercedes também tem uma unidade em Juiz de Fora (MG) e a fábrica de carros em Iracemápolis (SP).

 

Mercado em alta

 

Apesar da saída da Ford, que diz ver nisso uma forma de retomar "lucratividade sustentável" nas suas operações na América do Sul, o mercado de caminhões voltou a crescer no Brasil após a crise.

Em 2018, as vendas subiram 46,8% sobre 2017 e a produção foi 27% mais alta, puxada pelos modelos maiores.

Nas exportações, no entanto, o setor de caminhões seguiu o ritmo da indústria automotiva e teve queda de 12,7% em 2018.

Schiemer disse que a crise argentina pesou. "Logicamente, o volume da Argentina é bem inferior ao do Brasil", ponderou. "É um mercado importante para nós, mas a gente acha que, a partir do segundo semestre, vamos ter uma pequena recuperação."

Por G1



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